O que é rastreamento veicular e como ele funciona

Descubra como o rastreamento de carros funciona na prática

Você provavelmente já ouviu falar sobre rastreamento veicular, aquele sistema que localiza e recupera veículos roubados, certo? Nós já lhe contamos que os benefícios do rastreamento vão muito além:

 

Mas o que você ainda pode não saber é como essa tecnologia funciona de fato, e aí surgem algumas dúvidas: rastreamento e gestão de frotas são a mesma coisa? O rastreamento usa a tecnologia GPS, GSM ou satelital? Qual a diferença entre elas? O que significa telemetria e acelerômetro? E o que tudo isso tem a ver com a Fórmula 1? Descubra as respostas para todas essas perguntas abaixo!

O dispositivo rastreador

Dispositivo rastreador

Dispositivo rastreador

É aqui que tudo começa, no dispositivo rastreador instalado no veículo. Para a instalação, realizada em local sigiloso e de difícil acesso para dificultar a localização em caso de roubo, são utilizados apenas dois fios de energia para alimentação e um fio para ignição. Isso faz com que o dispositivo não seja invasivo e não interfira na garantia ou no funcionamento elétrico do veículo.

Durante essa instalação, o cliente ainda pode incluir alguns acessórios além do rastreador, como a tecnologia de bloqueio, que impede o funcionamento do motor quando bloqueado; e a de identificação do motorista, que reconhece o condutor autorizado a dirigir o veículo e registra quem é o motorista em cada percurso. Essa identificação é realizada por meio de um chaveiro ibutton, que funciona como uma chave única e intransferível para cada colaborador.

Todo dispositivo rastreador é composto por um GPS para obter a localização, uma tecnologia GSM ou Satelital para transmitir os dados obtidos, e inteligência embarcada, que permite obter uma telemetria ou o comportamento de direção. Conheça mais sobre eles nos tópicos seguintes.

Rastreamento via GPS

Global Positioning System (Sistema de Posicionamento Global) é a tradução da sigla GPS, uma tecnologia que teve origem no Departamento de Defesa dos Estados Unidos e tem como objetivo a localização via satélite (ou uma série deles).  Mais precisamente, sua função é identificar a localização de um aparelho chamado de receptor GPS que, por sua vez, envia um sinal para os satélites e, depois de alguns cálculos, consegue determinar sua posição.

O GPS funciona em qualquer lugar do planeta, mas precisa de visibilidade a céu aberto para registrar a localização correta. Em locais fechados como estacionamentos cobertos e garagens subterrâneas, a qualidade do sinal diminui e pode até não existir. Outro fator que influencia é a quantidade de satélites que o veículo visa. Assim, em uma cidade com edifícios altos ao redor o sinal também pode piorar.

A precisão típica de uma localização GPS é de 10m, podendo chegar até 2m de precisão em lugares de bom sinal. Além da localização em si, o GPS também fornece outras informações valiosas para o gestor de frotas, como a velocidade e a distância percorrida pelos seus veículos. Vamos ver como isso ajuda no rastreamento veicular no próximo tópico.

Telemetria e acelerômetro no rastreamento

Telemetria é definida como “a arte de medir à distância”. Tecnicamente, significa “o processo de obtenção, processamento e transmissão de dados a longa distância”. No universo do rastreamento veicular, o que chamamos de telemetria são as soluções mais avançadas que, além da localização, fornecem outras informações sobre o veículo e sobre o motorista que o conduz.

Acelerômetro Fórmula 1

Acelerômetro Fórmula 1

Como já mencionado, o GPS fornece a localização, a velocidade e as distâncias percorridas pelo veículo. E o dispositivo rastreador é conectado na bateria e na ignição para também fazer a leitura destes sinais, além de medir o comportamento de direção por meio do acelerômetro.

O instrumento é capaz de medir a aceleração sobre objetos e calcular qualquer força exercida sobre ele. Na Fórmula 1, essa é a tecnologia que mede a força G, a comparação entre a força centrípeta e força da gravidade, que resulta na pressão a qual um piloto é submetido ao fazer uma curva.

Para a gestão de frotas, o acelerômetro é usado para capturar acelerações, frenagens e curvas bruscas. A partir dessas medições, o software da Mobi7 calcula uma nota para cada motorista, além de alertar o gestor sobre um possível aumento de custos e sobre a possibilidade de gerar acidentes como capotamentos, tombamentos ou derrapagens. A Mobi7 regula o acelerômetro de acordo com o tipo de veículo para levar em conta as diferentes acelerações entre um veículo de passeio e um caminhão, por exemplo.

Transmissão de dados coletados pelo rastreador

Depois que o dispositivo rastreador registra todos os dados da telemetria, do acelerômetro e do GPS, ele precisa transmitir a informação para os servidores da Mobi7 e, então, chegar até o cliente. Existem diversas maneiras de transmitir esses dados, mas duas tecnologias são as mais usadas, a transmissão de dados via GSM ou satelital.

A tecnologia GSM é a mesma utilizada pelos aparelhos celulares, por isso o dispositivo tem um chip de uma operadora de telefonia e precisa estar em uma área de cobertura celular para transmitir os dados. Quando o veículo passar por uma área de sombra, em que não existe sinal, nenhuma informação é perdida, tudo fica armazenado na memória do dispositivo e descarregado na sequência, quando o veículo voltar para uma área de cobertura. Um rastreador com telemetria tem capacidade de armazenar cerca de 30 dias de dados sem perder nenhuma informação.

a tecnologia satelital utiliza satélites para se comunicar, diferentes dos satélites GPS. Essa comunicação pode acontecer em qualquer lugar do mundo, não se limitando à cobertura celular, porém com a limitação de não funcionar em lugares cobertos ou subterrâneos. Essa tecnologia possui custo mais alto do que a anterior e tem uma capacidade de transmissão de dados menor.

O que fazer com as informações levantadas pelo rastreador veicular?

Já aprendemos sobre como funciona a coleta de informações de um rastreador veicular, mas e agora, o que fazer com tudo isso? Os dados brutos levantados pelo rastreador não possuem muito valor se não forem tratados e convertidos em relatórios e indicadores mais claros para quem faz a gestão dos veículos. Por isso, essas informações entram no banco de dados da Mobi7 e, depois de avaliadas e consolidadas, são disponibilizadas em uma plataforma que pode ser acessada via web ou aplicativo.

Controle da jornada dos motoristas, controle de produtividade e eficiência da frota, gestão da manutenção através da distância percorrida, nota e ranking de motoristas e controle de visitas realizadas são alguns dos indicadores de alto nível que resultam de todo o processo de rastreamento veicular e ajudam na operação do cliente e na gestão de sua frota.

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